domingo, 17 de maio de 2009

poema de bolsa

MOINHO ALADO

Velozes sonhos
Contações de dor
Espíritos alados

Ronda o medo

Como não chegar à vergonha
Amargura de beleza
Que inunda a doença da sede?

Essa espécie de açúcar vadio

Medida governada
pela loucura
que pulsa nos olhos

efeito de máquina.


(Barbara Corsetti)

Um comentário:

marcela disse...

muy intenso. me gustó mucho el poema de bolsa de este domingo, gracias versob