quinta-feira, 8 de outubro de 2009

CADÁVER ESQUISITO

Vida, vegeto, veloz, vênus.                                   

Entre a poesia, a voz é pura emoção

caricatura do nada, a palavra arde!


O inesperado me espera, me espia,

            me espreita

na tinta que escreve este poema

cavalgando o espaço

                     símbolo e amor

                                  se flecham.


(Cadáver Esquisito produzido na Oficina de Poesia
Grupo Cero no Porto Poesia III, na Casa de Cultura
Mário Quintana)

6 comentários:

Nydia Bonetti disse...

A palavra é incêndio, que depois de proferida, ninguém mais apaga...

Abraços!

Grupo Cero VersoB disse...

Ai....
que lindo, sim: incêndio
a palavra é incêndio...

muchas gracias, por nos leres e escreveres...

sim, Nádia, tudo o que escrevemos mais do que nós próprios sobreviverá...
enquanto nós sucumbiremos à morte,
nossa escritura será imortal

agradecida pelo carinho,
na poesia,
um abraço,

Mara faturi disse...

Belo "cadáver", ainda mais qdo é flecha; e esta, muitas vezes tb queima...
amplexos;)

Lou Vilela disse...

Vim agradecer a visita e conhecer o espaço.

Gostei bastante dos textos que tive a oportunidade de ler.

Abraços,
Lou

virgínia vicamf além mar disse...

gosto do estilo
também brinco com as palavras parabéns
abraços afetuosos

Grupo Cero VersoB disse...

Sim,
brincar com as palavras
é básico para que o poeta desperte.

agradecida pelo carinho à poesia,